ARDVEK / Como trabalhamos

Do processo ao sistema.

Um método simples: entender o processo, mapeá-lo, definir o sistema, construí-lo, validá-lo e medir o que ele entrega.

Método

Seis etapas, em ordem.

Nem todo processo deve virar um sistema. Parte do trabalho é decidir isso e dizer com clareza.

  1. 01

    Entender

    Como o processo funciona hoje: quem participa, o que o inicia, onde a informação fica e onde ele falha.

    Entrega Notas do processo

  2. 02

    Mapear

    Cada etapa por escrito — entradas, decisões, repasses e saídas. Regras que viviam na cabeça de alguém ficam explícitas.

    Entrega Mapa do processo

  3. 03

    Definir

    O que o sistema registra, quais regras aplica, o que é automatizado, o que fica com uma pessoa e como o resultado será medido.

    Entrega Definição do sistema

  4. 04

    Construir

    O sistema é construído com ferramentas adequadas à operação, começando pela menor versão que funciona de ponta a ponta.

    Entrega Sistema funcionando

  5. 05

    Validar

    O sistema roda com casos reais ou representativos. Regras, exceções e o comportamento em caso de falha são verificados antes que alguém dependa dele.

    Entrega Sistema validado

  6. 06

    Medir

    Cada execução deixa um registro. O resultado é revisado, e o sistema é ajustado onde o registro mostrar que é preciso.

    Entrega Registros de execução

O sistema

Um fluxo, cinco etapas.

Depois de construído, todo sistema segue o mesmo fluxo. Algumas etapas aguardam uma pessoa antes de continuar.

  1. 01

    Entrada

    Chega um pedido, um lead ou um arquivo.

  2. 02

    Registrar

    A informação vira um registro estruturado, com origem e data.

  3. 03

    Decidir

    Uma regra escrita define o que acontece em seguida.

  4. Ponto de controle

    Aprovação humana

    Quando necessário

    Ações sensíveis podem aguardar aprovação antes de serem executadas. A aprovação também fica registrada.

  5. 04

    Agir

    O sistema ou uma pessoa executa a ação.

  6. 05

    Medir

    O resultado fica registrado e pode ser revisado.

Aprovação humana

Automação não é o mesmo que autonomia.

Ações sensíveis podem aguardar aprovação antes de serem executadas. Etapas internas e reversíveis podem rodar sozinhas; etapas que saem da operação, ou que são difíceis de desfazer, aguardam uma pessoa quando o processo exige.

A aprovação fica registrada como qualquer outra etapa, e o rastro continua completo.

Normalmente roda sozinho

  • Atualizações de registros internos
  • Encaminhar o trabalho ao responsável
  • Lembretes e filas de acompanhamento
  • Preparar relatórios e documentos

Normalmente aguarda aprovação

  • Mensagens enviadas para fora da operação
  • Compromissos assumidos com um cliente
  • Mudanças difíceis de desfazer

São padrões, não regras fixas. Onde fica o limite é decidido para cada processo, na etapa Definir.

Próximo passo

Que parte da sua operação ainda depende da memória?

Mostre o processo. Nós avaliamos se ele deve se tornar um sistema.

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